NOTÍCIAS

Diagnóstico de HIV em fortaleza ainda é Um grande problema.

12/07/2020  09:48

A RNP+Ceará, Recebeu na ultima sexta feira, mais um caso de um paciente diagnosticado recentemente em um posto de saúde da Regional ( 01) CIES- Rebouças macambira e que após receber o resultado positivo para o HIV, O Posto encaminhou o Paciente para o Hospital São José, O São José não recebeu e encaminhou para o SAE Anastácio Magalhães   onde a Esposa do paciente já faz acompanhamento, más, o Anastácio também não recebeu  o paciente com a justificativa que só pode atender os que já estão a mais tempos e que Ele deva procurar o Carlos Ribeiro na sua área, A TAL DA REGIONALIZAÇÃO QUE TAMBÉM NÃO FUNCIONA, e o Paciente voltou pra casa sem saber onde será seu tratamento e neste momento a RNP foi acionada. OU seja, a nossa velha fala do TESTAR E SOLTAR Diferente do que recomenda o Ministério da saúde que é TESTAR E TRATAR. Isto ainda ocorre por vários fatores que contribui com o que chamamos desmantelamento da política de Aids de Fortaleza. E por mais que agente enquanto movimento praticamente desenhe, solicite, peça, implore até chegar à denuncia NUNCA vão definir fluxo, caminhos que tire o paciente recém-diagnosticado destas idas e voltas nos serviços de HIV sem que consiga como se deve a Primeira consulta.

1- O posto Só faz o teste rápido se o paciente solicitar porque não é ofertado, e os postos sequer sabem para onde encaminhar, e manda para o são José superlotado, “Não é o caminho”  

2 – O são José também não sabe para onde encaminhar até porque Embora o governador e prefeito viva de braços dados a SMS e SESA não discutem a Política de Aids do estado e de Fortaleza  até para definirem responsabilidades e os pacientes na ponta já tem um diagnóstico cheio de incertezas, desanimo e muitos desafios.

3 – O fato é que os serviços estão todos “Lotados” E o interessante é que a secretária Dra, Joana Continua falando que a policlínica do Jockey Clube não esta sendo utilizada com a quantidade esperada, e até concordo com a secretária, o problema é, parece que nem as unidades básicas de saúde e principalmente os SAE- não tem essa informação, e isto agente volta ao desmantelamento e falta de informações, de fluxo que precisa ser feito seja pelo Gabinete da secretária, Área técnica de DST/Aids ou pelo próprio serviço que não sabem como fazer, ou qual a outra razão não se sabe os porquês do paciente ter de enfrentar tantos respostas de não ser recebido o que lhe dá a única certeza um diagnóstico positivo para o HIV.

4-  Vale lembrar que há mais de dois anos a RNP vem solicitando a VOLTA das reuniões de assistência com a Área técnica, Serviços e Nos do Movimento como tínhamos até 2015 quando acabaram com o programa essas reuniões permitia-se discutir conjuntamente os problemas no caminho das soluções e que hoje tudo acaba se tornando denuncias, em que se resolve apenas o caso do momento em questão, e isto não avança. Nem mesmo agora que muito se resolve via reuniões virtuais nossa solicitação continua em Espera.

5- Outro ponto importante, mensalmente a RNP acompanha via o monitoramento do Bilhete único e da cesta básica as tantas transferência de pacientes até para outros estados, Logo, essas vagas aparecem é preciso que os serviços digam o porquê essas vagas não são preenchidas, isto também já foi cobrado por parte da RNP a SMS mais ainda sem resposta.

6-  Nos próximos dois meses teremos atendimento em duas novas policlínicas mas, já vem três serviços existentes para essas duas policlínicas , não são DOIS novos serviços esses serão apenas transferidos para uma nova e bem melhor estrutura, o que já nos permite observar e dizer para a gestão municipal que precisa ver o que fazer com tantos novos diagnósticos que continua chegando a cada dia.

 

Esperamos que a SMS resolva não apenas mais este caso que chega na RNP nas ultimas horas, mais que prepare serviços e profissionais para atender todos os diagnósticos de HIV de todo o Município de Fortaleza.

Continuamos a disposição não apenas para cobrar ou denunciar, mais também para Ajudar na discussão de como construir um modelo de atendimento que garanta que as pessoas não apenas se testem mais que obrigatoriamente elas tenham acesso há um atendimento e a assistência que lhe permita apesar de tudo Viver com HIV.

RNP+CEARÀ.

 

Deixe seu comentário

Artigos relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fechar

Adblock Detectado

Considere nos apoiar desabilitando o bloqueador de anúncios